

A
mãe de Mariah nasceu em Illinois, EUA, filha de imigrantes
irlandeses. Patricia nunca chegou a conhecer seu pai, que morreu
antes de seu nascimento. Ela cresceu com uma educação
católica muito severa e descobriu ainda criança seu
enorme talento para a música. Depois de terminar o colégio,
foi para Nova Iorque trabalhar na New York City Opera, a Ópera
de Nova Iorque. Não muito tempo depois, conheceu o pai de
Mariah, Alfred Roy Carey, negro de descendência venezuelana.
Quando eles se casaram, parte da família de Patricia a deserdou.
Não aprovavam tal união.
Depois de se divorciar de Alfred, ela teve que manter diversos empregos
para poder sustentar a si mesma e seus filhos. Trabalhou como cantora
de ópera, de jazz, professora de canto e gerente de um pet
shop.
Patricia foi a pessoa que descobriu e incentivou o talento musical de Mariah, quando ela com apenas 3 anos de idade cantou perfeitamente a ópera italiana “Rigoletto” e sua mãe errou. Mariah sempre descreveu sua relação com Patricia como muito próxima, e disse que às vezes elas trocavam de papel, “Às vezes ela era a mãe e às vezes eu era.” Hoje, além de Pat ser a mãe de Mariah é também uma de suas amigas mais próximas, elas têm um contato muito grande. E segundo Mariah, elas se falam pelo telefone diariamente.
Alfred Roy Carey é
filho de um imigrante venezulano chamado Roberto Nuñez, que
ao imigrar para Nova Iorque, EUA, em 1918 com 22 anos mudou seu
nome para Robert Carey para evitar preconceitos. A relação
de Mariah com seu pai não era muito próxima porque
seus pais se separaram quando ela tinha apenas 3 anos de idade.
Ao
contrário de Patricia, Alfred era muito severo. Um exemplo
disso é uma história contada por Mariah à revista
“Rolling Stone” – Alfred não deixava ninguém
falar durante o jantar. Uma noite, Mariah estava cantando durante
o jantar e Alfred disse “Não haverá cantorias
nesta mesa”, então a pequena Mariah se levantou, foi
até a sala, subiu na mesa e continuou a cantar lá
o mais alto que podia.
Alfred se mudou para Washington D.C., onde trabalhou como engenheiro
aéreo. Segundo Mariah, seu pai não sabe sobre o sucesso
da filha. “Ele acha que gravei só um álbum.
Honestamente, ele não conhece nenhuma das minhas músicas!”
Mariah e sua mãe chamavam de brincadeira aquele álbum
de “O álbum”. Depois dos seus pais se divorciarem,
a irmã mais velha Alison foi morar com seu pai, enquanto
que Mariah e seu irmão mais velho Morgan ficaram com a mãe.
Mariah esteve tentando procurar
a família de seu avô há um tempo, para tentar
descobrir suas origens, porque a família de Alfred era tão
contra a união dele com a branca Patricia que perderam contato.
Em 4 de julho de 2002, Alfred perdeu sua batalha contra o câncer.
Quando Mariah ficou sabendo do estado de seu pai, parou de trabalhar
no álbum Charmbracelet em Capri e foi até Nova Iorque
vê-lo. Mas já era tarde demais, e ele estava nos estágios
terminais da doença. Segundo Mariah, nos últimos anos
eles tinham se aproximado e retomado o contato. Na verdade ele sabia
sim do sucesso de sua filha, conhecia todos os seus álbuns,
e disse estar muito orgulhoso dela, o que emocionou muito Mariah.
Em sua homenagem, ela escreveu a música “Sunflowers
For Alfred Roy”, que saiu no álbum Charmbracelet.


O irmão de Mariah Morgan Carey é 9 anos mais velho que ela. Durante sua infância e adolescência, sofreu de epilepsia. Cresceu junto com Mariah e Patricia depois de seus pais se divorciarem, apesar de não ter passado muito tempo com elas porque foi para a faculdade quando tinha 17 anos. Quando Mariah se formou no colégio e se mudou para Manhattan, morou no apartamento de Morgan por um tempo, porque na época ele estava fazendo alguns trabalhos como modelo na Itália. Não temos muitas informações sobre ele, ele provavelmente mora em Los Angeles e trabalha como professor de ginástica. Ele também equipou o primeiro apartamento de Mariah com aparelhos de ginástica, mas que segundo a própria Mariah ela não usa muito
Alison
Scott é 11 anos mais velha que Mariah, e morou com seu pai
depois do divórcio. Depois ela se casou e deu a luz a seu
primeiro filho Shawn com apenas 18 anos. Seu segundo filho Michael
nasceu 10 anos depois. A imprensa já especulou muito sobre
Alison, dizendo que ela usava drogas e se prostituía. O fato
é que ela foi infectada com o vírus HIV quando Michael
nasceu. Mariah e Patricia lutaram pela custódia de Michael,
para ter certeza que ele crescesse em um ambiente cercado de amor.
Não se sabe ao certo onde ela mora e o que faz.
Shawn McDonald é o sobrinho mais velho de Mariah e o filho mais velho de Alison. Ele é somente 7 mais novo que Mariah e se formou em direito pela Universidade de Harvard em Cambridge no verão de 2002. Em 2000 foi eleito um dos solteiros mais cobiçados pela revista People. Agora ele é um advogado em Nova Iorque e seu sonho é ser senador algum dia. Shawn cresceu com seu pai Richard, porque seus pais se divorciaram quando ele tinha apenas 2 anos de idade. Mariah e Shawn são muito próximos e Mariah também o ajudou financeiramente em seus estudos. Shawn disse que deve muito à ela, porque ele a ensinou que podia conseguir o quisesse contanto que acreditasse naquilo. No colegial jogou futebol americano e hoje tem dois apartamentos, em Boston e Nova Iorque. Ele também pode ser visto no clipe de 'Can't Take That Away'.
Michael é o sobrinho mais novo de Mariah e meio-irmão de Shawn. Ele nasceu em 1987 e cresceu com Patricia depois de um processo judicial de guarda que aconteceu entre Alison, Pat e Mariah. Michael fez uma participação no filme “Glitter”. Ele é o menino que está no telefone quando Dice o interrompe para que Billie possa ligar para suas amigas quando ouve sua música no rádio pela primeira vez.
Vocês sabem, Trey é
de Florence, Carolina do Sul, onde fazem os melhores sanduíches
de peixe!” Com esta frase Mariah sempre apresenta um de seus
melhores amigos e cantor de fundo – Trey Lorenz. Trey nasceu
no dia 19 de Janeiro de 1969, sua mãe Bernice trabalha como
professora de história, seu pai Lloyd é diretor de
um programa local de treinamento para empregos. Trey teve aulas
de canto e piano quando cresceu. Depois cantou como backup na banda
“The Player”, que teve alguns sucessos nos EUA.
Mariah e Trey se conheceram em 1988 na época das gravações
do primeiro álbum de Mariah, ele estava estudando publicidade
na Universidade Farleigh Dickinson. Era membro da manda “Squeak
& The Deep”, que segundo ele “só esteve junta
por um minuto”. Mariah amou de imediato sua voz e a amizade
deles cresceu rapidamente. Até hoje Trey trabalha com Mariah.
Em 1992 ele lançou seu próprio álbum, no qual
trabalhou com Mariah em 4 músicas. Além disso há
a música “Make You Happy” da trilha sonora do
filme “Homens de Preto”, na qual Mariah cantou no fundo,
usando o apelido de “HoneyBfly”. Até hoje ele
não tem um contrato com nenhuma gravadora apesar de sua grande
voz, apesar de ter tido uma música # 1 com Mariah quando
eles regravaram o hit do Jackson Five “I’ll Be There”
em 1992.
Atualmente, Trey acompanha Mariah como cantor de fundo quando ela
está fazendo turnê ou promovendo seu trabalho. Quando
os dois cantam juntos é sempre uma coisa especial, porque
como Mariah disse eles "tem tantas brincadeiras que só
nós entendemos que nunca consigo terminar a música
nem o Trey".
Josefine é uma grande amiga de Mariah. Elas se conheceram quando Mariah tinha apenas 14 anos de idade, Josi tinha 16 e namorou o irmão de Mariah na época. Quando Josi e Morgan terminaram, ela e Mariah continuaram amigas. Quando Mariah se mudou para Nova Iorque em 1987, elas dividiram um apartamento juntas com mais 2 meninas e 9 gatos. Josefine é sueca e mora lá também, ela é casada e depois de ter escrito alguns livros infantis, agora é diretora de elenco de uma empresa de publicidade.
Shawntae Harris, mais conhecida como Da Brat, é também uma grande amiga de Mariah. Elas se conheceram quando Mariah gravou o remix de “Always Be My Baby” com JD, Xscape e Brat em 1996. Da Brat disse que estava tão nervosa que não conseguia parar de rir, mas achou Mariah muito legal e gostou realmente dela. De lá para cá, Da Brat trabalhou com Mariah em músicas como “Heartbreaker Remix”, “Loverboy Remix” e interpretou a amiga de Billie Frank Louise no primeiro grande filme de Mariah, “Glitter”.
Mary Ann Tatum canta como cantora de fundo
de Mariah desde o álbum “Butterfly” e também
é uma grande amiga de Mariah desde aquela época. Mary
Ann é conhecida dos fãs pelas mensagens de voz deixadas
por Mariah no seu site oficial e também pode ser vista no
programa da MTV “Cribs”.
Já que a voz de Mary Ann é muito parecida com a de
Mariah, uma música dela chamada “Everytime” causou
confusão na internet. Todos achavam que era do que na época
o próximo álbum, “Glitter”.
Nas filmagens do filme “Glitter” foram usadas as músicas
da trilha sonora gravadas por Mary Ann, pois Mariah tinha medo de
roubarem as músicas, já que o álbum ainda não
tinha sido lançado.
Jasmine Dotiwala é VJ e produtora da MTV Europa, escreve colunas paras as revistas britâncias “The Voice”, “Eastern Eye” e é também muito conhecida por seu programa na rádio britânica “Choice FM”, que vai ao ar nas noites de sexta-feira. Jasmine começou a trabalhar na televisão logo depois de terminar a faculdade. Seu trabalho foi o motivo pelo qual conheceu Mariah. Em 1998, seu chefe na MTV a mandou para Capri para entrevistar Mariah. Ela não ficou muito feliz com isso porque só conhecia a Mariah da qual os tablóides falavam. “Eu esperava odiá-la mas ela foi tão real e genuína que tive que dar meu braço a torcer, e olha que sou uma pessoa muito difícil de se impressionar.” Jasmine também pôde ser ouvida em duas mensagens de voz de Mariah e desde então ficou conhecida pelos fãs de Mariah.
O fato mais inusitado sobre a amizade de Mariah com ReRe é que ela costumava ser uma fã de Mariah e escrevia para ela cartas todos os dias. Então um dia Mariah decidiu conhecer a fã que mandava cartas tão comoventes. Hoje elas são grandes amigas. ReRe também trabalha na Maroon Entertainment, a empresa de gerenciamento de Mariah. Ela pode ser vista no programa “Cribs” da MTV quando fez uma imitação de Mariah dormindo. Além disso, ReRe cantou no fundo da música “All My Life” de Mariah. A frase “ReRe and Kenny sittin’ in a tree K-I-S-S-I-N-G” de “Loberboy” foi em referência a ela, que na época tinha começado a namorar com um cara chamado Kenny.